Abaetê
Queiroz

É ator, diretor e iluminador, além de agente cultural. Já participou de mais de cinquenta espetáculos como ator, trinta montagens na função de diretor e cerca de sessenta planos de luz em vários projetos. Sua carreira passa pelo cinema, com participação em longas e curta metragens e na televisão, inclusive para a Rede Globo.

Alguns destaques do seu vasto currículo estão papeis na novela “Passione”, o filme “Faroeste Caboclo”, os espetáculos “ADUBO” e “Os Demônios”, este com direção de Hugo Rodas. Abaetê atua também nos projetos permanentes “Os Dramátikos” e “Vinícius”, a criação e gerência da “Oficina Circo Íntimo” e há mais de quinze anos apresentando e desenvolvendo técnicas de teatro de rua em várias regiões do Distrito Federal.


André
Araújo

É ator e diretor com e trabalha permanentemente com o diretor uruguaio Hugo Rodas. Dessa parceria renderam espetáculos como “ADUBO” (que lhe rendeu o prêmio de melhor ator no 2º Prêmio Sesc do Teatro Candango, em 2005), “O Rinoceronte” (prêmio de melhor ator do 12º Festival Nacional de Presidente Prudente - 2005) e “Seis Personagens à Procura de um Autor” (prêmio de melhor ator do 18º Festival de Teatro Universitário de Blumenau, em 2004).

Trabalhou com o diretor João Fonseca no musical “Gota D`Água” (2007) e do espetáculo “Pão com Mortadela” (2009), além do musical “No Piano da Patroa” (2009). Atuou como como diretor no musical infantil de rua “O Mundo Mágico de Nina” (2014). Na dança contemporânea atuou no espetáculo “Retrato de Homem Velado” (2003), do coreógrafo italiano Camilo Vacalebre, e “De Touros e Homens” (2004), da coreógrafa Márcia Duarte. Entre 2009 e 2012, no Rio de Janeiro, integrou “Os Dois Cia de Dança Contemporânea”, dirigida pela coreógrafa Giselda Fernandes.

No cinema, protagonizou o longa argentino “Tarde en el Abismo” (2013), de Pedro Oswald, além de diversos curtas-metragens. Participou ainda do longa “A Concepção” (2004), de José Eduardo Belmonte, e “As Vidas de Maria” (2001), de Renato Barbieri. Desde 2007 ministra oficinas de teatro, teatro para crianças, improvisação e performances urbanas.


Camila
Guerra

Na ATA desde 2011, é atriz e instrumentista. Toca triângulo, pandeiro e sanfona. Nas artes cênicas desde 1995, integrou a Cia Atrizzes do Pezadello (1995 a 1998), o Grupo Àgora (2000 a 2001), foi ensaiadora e atuou em “Prometeu Acorrentado”, na Cia Brasiliense de Teatro (2002), auxiliou na construção da dramaturgia e atuou no espetáculo/instalação “Despir-se”.

Trabalhou com Humberto Pedrancini no espetáculo “Uns que não dormem” (2005), do grupo Fala Muleke. Integrou o grupo NUTAAN -DF, da companhia Taanteatro de São Paulo (2008/09) e apresentou o espetáculo “!Zaratustra!”. Em 2009, ganhou o Prêmio Myriam Muniz (Funarte), com o projeto de teatro itinerante “Olhar Forasteiro”. Integrou o elenco da Companhia Experimental de Dança Negra Contemporânea (2009 a 2010). Em 2011 recebeu os prêmios de Melhor Atriz com a comédia musical “A Porca Faz Anos!”, dirigida por Felícia Johansson.

Foi dirigida por Giselle Rodrigues em “Danaides”, do grupo de dança contemporânea baSiraH, espetáculo considerado um dos 10 melhores espetáculos do mês de junho de 2011 pela revista Bravo. Em 2012, foi indicada na categoria de Melhor Atriz do Prêmio Sesc do Teatro Candango de 2012 por “Ensaio Geral”, da ATA.

Em 2014, integrou o elenco da comédia musical “Eu vou tirar você deste lugar – As canções de Odair José”, com temporadas em Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro. O espetáculo figurou entre os cinco mais bem avaliados pela Veja São Paulo. Em 2016, foi convidada por Zé Celso Martinez Correa para integrar o elenco de “Bacantes”. Protagonizou o espetáculo “O Milagre das Mãos”, do Grupo de Pesquisa Cênica do Sesc. Na ATA, atua também como gestora, com experiência acumulada na G4 Produções (2011), Matéria Primma Produções e Eventos (2013) e Alecrim Produções Artísticas (2011/2017).


Dani
Neri

Entrou na Oficina dos Menestréis e começou sua carreira nas artes cênicas sendo dirigida por Oswaldo Montenegro em dois de seus musicais: Noturno e Vale Encantado apresentados no Teatro Nacional no ano de 1999. Há 17 anos atua em diferentes espetáculos teatrais como atriz, musicista e diretora. Atuou e dirigiu o espetáculo Trocando em Miúdos nos anos de 2004, 2006 e 2008.

Fez a sonoplastia do espetáculo Ciranda das Horas dos Irmãos Guimarães. Foi atriz do grupo Seu Estrelo e o Fuá do Terreiro que há 10 anos desenvolve uma pesquisa de batuque, de teatro de terreiro e de dança popular. Em 2013 participou com Seu Estrelo no Festival Cena Contemporânea, Festival de Teatro de Terreiro e Festival de Cultura Popular.

Flautista, com formação profissionalizante de música pela Escola de Música de Brasília, Dani toca música instrumental brasileira com base no choro, estilo desenvolvido na Escola De Choro Rafael Rabelo e também nas aulas de harmonia com os mestres Carlinhos 7 cordas, Alencar 7 cordas e Ian Guest. Desde 2006 desenvolve oficinas de teatro e musicalização para crianças e adolescentes na periferia de Brasília.

Trabalhou no projeto Casa da Mãe, com adolescentes de Olhos Dágua – GO, trabalhou no projeto CORDEL com a Corda Toda, como coordenadora artística e oficineira em Santa Maria – DF no ano de 2013 e ministrou oficina de teatro no projeto Conexão Jovem em São Sebastião-DF em 2014.


Diana
Poranga

Atriz, figurinista e performer, licenciada em Artes Cênicas pela UnB. É macaca fundadora da ATA e está no grupo desde 2011. Toca gaita, fole de brinquedo, pau-de-chuva e chocalhos afins.

A trajetória no teatro começou em 1998 e trabalhou com diversos diretores teatrais, como Antônio Fábio, Alberto Bruno, Tereza Padilha, Luciana Martuchelli, Adriana Lodi, João Antônio, Edson Duavy, Abaetê Queiroz, Alice Stefânia, Bidô Galvão, Kael Studart e Bruno Pepito. Como performer, integra o grupo ObsCênicos.

Diana estuda e trabalha com Hugo Rodas desde 2010. Multi-tarefas, é também figura determinante na concepção e realização dos aspectos plásticos das encenações, assinando parte da cenografia de Ensaio Geral e o figurino de Punaré & Baraúna. Com esse último, foi indicada na categoria de Melhor Figurino do Prêmio Sesc do Teatro Candango de 2015. Ainda como figurinista, trabalhou no espetáculo Bloco Existencialista Quântico, de Hugo Casarisi.


Flávio
Café

Dançarino, instrumentista e ator, é bacharel em interpretação teatral pelo Departamento de Artes Cênicas da Universidade de Brasília (UnB). É macaco fundador da ATA. Toca violino, violão, baixo, bateria, pandeiro, percussão e cavaquinho, e mais o que você quiser dar pra ele aprender.

Café também é artista circense. Durante sua formação em artes cênicas expandiu seus estudos para habilidades específicas, tais como as de malabarista, equilibrista e violinista

O artista é constante e genuíno aprendiz. Participou do Laboratório Transdisciplinar de Cenografia – LTC, com Sônia Paiva, onde estudou o Teatro de Sombras e as metodologias de trabalho transdisciplinar e colaborativo. Em 2009, numa disciplina do curso de artes cênicas, conheceu o mestre Hugo Rodas com quem passou a estudar, treinar e criar desde então. Na ATA é macaco vital e agregador.


Iano
Fazio

Além de ator, é músico, formado em baixo elétrico e teoria musical pela Escola de Música de Brasília (2014), graduado em História pela Universidade de Brasília. Integra a ATA desde 2014. Além de baixo, toca violão, viola brasileira, alfaia, zabumba e o que mais você der pra ele tirar seus sons.

Seu principal trabalho na música é a banda ETNO. Nela é fundador e compositor. A banda tem os discos Revolução Silenciosa (2008), Setembro (2011), As 7 Fronteiras (2015), Escarlate (2015). A banda coleciona prêmios e apresentações em várias casas de show, além ter participado dos principais eventos musicais da cidade de Brasília, como Porão do Rock, Rolla Pedra e Aniversário de Brasília.

Além da sua formação musical, experimenta a arte teatral desde 2007. Em sua trajetória, já atuou e tocou em mais de quinze espetáculos. Fez também dublagens de vídeos e de comerciais na televisão.


Juliana
Drummond

Atriz, diretora e coreógrafa. Iniciou sua carreira em 1995. Ingressou na oficina dos Menestréis, de Deto e Oswaldo Montenegro. Durante sete anos trabalhou como atriz e coreógrafa dos menestréis participando de todos os seus musicais, entre eles, os consagrados “Noturno” e “Dança dos Signos”. Foi com Oswaldo Montenegro que realizou seu primeiro trabalho profissional como atriz, em “A Aldeia dos Ventos”, passando na audição feita em todo o País com mais de 400 candidatos.

Dividiu cena com Andrea Veiga, Madalena Salles e Fábio Yoshihara. Foi consagrada com a personagem Geni no musical a “Ópera do Malandro”, dirigido por Eliana Carneiro. Trabalhou como atriz nas produções dos Irmãos Guimarães e integrou o elenco de espetáculos da dupla como em “Alto Mar” que marcou a estreia do ator Cauã Reymond nos palcos. Foi preparadora corporal do grupo Os Melhores do Mundo nos espetáculos “Nada é Brinquedo quando alienígenas roubam nossas jujubas”, que teve a participação do ator Robson Nunes e também do espetáculo Mercedez com Z, com Adriana Nunes e Similião Aurélio. Atuou com o ator Vinícius Ferreira em “A Perseguição ou o Longo Caminho que Vai de Zero a Ene”, de Timochenco Webi e direção de Isadora Stepanski, no Festival Internacional de Artes Cênicas/FIAE, em Lima e Cusco. Na televisão, acumula mais de 50 campanhas publicitárias.

No cinema, trabalhou com os diretores Murilo Salles, Jimi Figueiredo, Mauro Giuntini, Gustavo Galvão e Bruno Torres. Muitos deles premiados, como os filmes “Os fins e os meios”, “Cru”, “Até que a casa caia”, “Uma dose violenta de qualquer coisa” e “A noite por testemunha”.

Protagonizou as premiadas produções de Fáuston da Silva, “Meu Amigo Nietzsche” e “Balãozinho Azul” e foi premiada, em 2013, no festival de Clermont-Ferrand na França. Atuou com grandes nomes como Roberto Bomtempo, Marat Descartes, Marisol Ribeiro, Virgínia Cavendish, Bianca Muller, Vinícius Zinn, Murilo Grossi e Marco Ricca. Foi apresentadora oficial do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro.

É idealizadora, diretora e coreógrafa do musical “Desbunde”, sucesso de público e crítica em 2014 e 2015. Desde 2000, ministra, junto ao ator e diretor Abaetê Queiroz, a Oficina Circo Íntimo.


Pedro
Tupã

Além de ator, é percussionista e arte educador, licenciado em música pela Universidade de Brasília (UnB). Estudou percussão popular na Escola Brasileira de Choro Raphael Rabello e percussão sinfônica na Escola de Música de Brasília. Atualmente é integrante do grupo Tambores Urbanos e Pé de Cerrado.

Em 2002, iniciou carreira artística ao participar do programa de TV “Instrumental Sesc Paulista” com o grupo Tambores Urbanos ao lado de Sérgio Boré e de seu padrinho, o trombonista Itacyr Bocato. Em 2008, participou com o grupo, participando dos festivais: TromellFest, SambaVision e Altonale. Nessa temporada, gravaram o álbum “Schmuckstrasse ” . Em 2013 participou do álbum “Batuque en los Andes”. E em 2015 gravaram o álbum “Música para pintar paisagens no imaginário”.

Em 2015 integrou o grupo cultural Pé de Cerrado, em shows no Brasil e no exterior, em eventos como o Festival Paraíso Músicas do Mundo em Alto Paraíso (GO), Encontro de Culturas Tradicionais da Chapada dos Veadeiros em São Jorge (GO), Festival Internacional de Palhaços do Sesc – Sesc Fest Clown. Em 2017, participou de temporada de shows na Europa, na exposição “Brasil Junino” em Lisboa e Madrid. Participou também do espetáculo infantil “Os Brincantes”.


Rodrigo
Lelis

É licenciado e bacharel em artes cênicas com habilitação em interpretação teatral e um dos fundadores do Teatro de Açúcar. Trabalhou com importantes nomes do teatro brasiliense como Adriano e Fernando Guimarães, Gabriel F., Adriana Lodi e Miriam Virna. Em 2013, fez o espetáculo "Nada", dos irmãos Guimarães, eleito Melhor Elenco Carioca do Ano (Revista Questão de Crítica).

Integrou o Celeiro das Antas e com o grupo fez o espetáculo "Sonho de uma Noite de Verão" apresentado na Ocupação Funarte 2018, Cena Contemporânea 2018. Neste ano, venceu o Prêmio SESC do Teatro Candango 2018, na categoria melhor ator.

Atuou no longa "New Life" e "Valentina". Foi também também diretor artístico e técnico do Teatro de Açúcar, além de outras companhias e espetáculos. Nessas áreas, particpou dos espetáculos "A Vida Impressa em Xerox" (2012), "Adaptação" (2013), que foiselecionado para o Circuito de La RED (Espanha, 2015) e para o Palco Giratório 2016, "Naufragé(s)" (2016), e "Cleópatra" (2018).





Rosanna
Viegas

Se destaca pela versatilidade do seu trabalho que vai do drama à comédia, teatro, cinema e na televisão. Bacharel em Artes Cênicas pela UnB, ganhou os prêmios de Melhor Atriz Coadjuvante no FITA 2015 (“Cachorro Quente”,de João Fonseca), com que trabalhou também em “Pão Com Mortadela”, além de ter sido premiada como Melhor Atriz com o Prêmio Sesc do Teatro Candango 2006 e com o Prêmio de Melhor Atriz no Fentepp (Festival Nacional de Teatro de Presidente Prudente) com o protagonista Bérenger, em “O Rinoceronte”, com direção de Hugo Rodas.

Foi uma das criadoras e intérpretes do espetáculo “Adubo ou a Sutil Arte de Escoar pelo Ralo”, com direção de Hugo Rodas. A peça turnê por quase 60 cidades brasileiras. Apresentou no Rio de Janeiro, em 2017, o espetáculo musical “Uísque com Água” adaptado da obra de Charles Bukowski (“Pulp”) em uma bem-sucedida temporada no Teatro Clara Nunes, no Shopping da Gávea.

Na televisão atuou nas novelas “Ti Ti Ti”, “Sangue Bom” e “Rock Story”, e séries como “Força-Tarefa”, “O Caçador” e “Supermax”. No cinema, integrou os elencos dos filmes “Billi Pig”, “A Concepção”, “Cru”, “Jogo da Memória”, “Malícia”, “A Repartição do Tempo” e “O Último Cine Drive-In”. Ministra o workshop intensivo para atores “O Ator em Caos Criativo”, em Brasília. Dirigiu e produziu o curta “Dossiê- um docuficção sobre o Bar Bukowski”, no Rio de Janeiro.





Quem também já brilhou na ATA:



Carla
Aguiar

“Ensaio Geral”







Carol
Scartezini

“Ensaio Geral”







Clarisse
Johansson

“Punaré & Baraúna”







Davi
Maia

“OperATA”







Gabriela
Correa

“Ensaio Geral”, “Punaré & Baraúna”, “OperATA”, “Os Saltimbancos”, “Metanóia” e “O Rinoceronte”







Hugo
Casarisi

“Ensaio Geral”







Luiz Felipe
Ferreira

“Ensaio Geral”, “Punaré & Baraúna”, “OperATA”, “Os Saltimbancos”, “Metanóia” e “O Rinoceronte”







Nobu
Kahi

“Ensaio Geral”, “Punaré & Baraúna”, “OperATA”, “Os Saltimbancos”, “Metanóia” e “O Rinoceronte”







Patrícia
Meschick

“Ensaio Geral”







Túlio
Starling

“Ensaio Geral”, “Punaré & Baraúna”, “OperATA”







Victor
Abrão

“Ensaio Geral”, “Punaré & Baraúna”






Abaetê Queiroz

É ator, diretor e iluminador, além de agente cultural. Já participou de mais de cinquenta espetáculos como ator, trinta montagens na função de diretor e cerca de sessenta planos de luz em vários projetos. Sua carreira passa pelo cinema, com participação em longas e curta metragens e na televisão, inclusive para a Rede Globo. Alguns destaques do seu vasto currículo estão papeis na novela “Passione”, o filme “Faroeste Caboclo”, os espetáculos “ADUBO” e “Os Demônios”, este com direção de Hugo Rodas. Abaetê atua também nos projetos permanentes “Os Dramátikos” e “Vinícius”, a criação e gerência da “Oficina Circo Íntimo” e há mais de quinze anos apresentando e desenvolvendo técnicas de teatro de rua em várias regiões do Distrito Federal.

André Araújo

É ator e diretor com e trabalha permanentemente com o diretor uruguaio Hugo Rodas. Dessa parceria renderam espetáculos como “ADUBO” (que lhe rendeu o prêmio de melhor ator no 2º Prêmio Sesc do Teatro Candango, em 2005), “O Rinoceronte” (prêmio de melhor ator do 12º Festival Nacional de Presidente Prudente – 2005) e “Seis Personagens à Procura de um Autor” (prêmio de melhor ator do 18º Festival de Teatro Universitário de Blumenau, em 2004). Trabalhou com o diretor João Fonseca no musical “Gota D`Água” (2007) e do espetáculo “Pão com Mortadela” (2009), além do musical “No Piano da Patroa” (2009). Atuou como como diretor no musical infantil de rua “O Mundo Mágico de Nina” (2014). Na dança contemporânea atuou no espetáculo “Retrato de Homem Velado” (2003), do coreógrafo italiano Camilo Vacalebre, e “De Touros e Homens” (2004), da coreógrafa Márcia Duarte. Entre 2009 e 2012, no Rio de Janeiro, integrou “Os Dois Cia de Dança Contemporânea”, dirigida pela coreógrafa Giselda Fernandes. No cinema, protagonizou o longa argentino “Tarde en el Abismo” (2013), de Pedro Oswald, além de diversos curtas-metragens. Participou ainda do longa “A Concepção” (2004), de José Eduardo Belmonte, e “As Vidas de Maria” (2001), de Renato Barbieri. Desde 2007 ministra oficinas de teatro, teatro para crianças, improvisação e performances urbanas.

Camila Guerra

Na ATA desde 2011, é atriz e instrumentista. Toca triângulo, pandeiro e sanfona. Nas artes cênicas desde 1995, integrou a Cia Atrizzes do Pezadello (1995 a 1998), o Grupo Àgora (2000 a 2001), foi ensaiadora e atuou em “Prometeu Acorrentado”, na Cia Brasiliense de Teatro (2002), auxiliou na construção da dramaturgia e atuou no espetáculo/instalação “Despir-se”. Trabalhou com Humberto Pedrancini no espetáculo “Uns que não dormem” (2005), do grupo Fala Muleke. Integrou o grupo NUTAAN -DF, da companhia Taanteatro de São Paulo (2008/09) e apresentou o espetáculo “!Zaratustra!”. Em 2009, ganhou o Prêmio Myriam Muniz (Funarte), com o projeto de teatro itinerante “Olhar Forasteiro”. Integrou o elenco da Companhia Experimental de Dança Negra Contemporânea (2009 a 2010). Em 2011 recebeu os prêmios de Melhor Atriz com a comédia musical “A Porca Faz Anos!”, dirigida por Felícia Johansson. Foi dirigida por Giselle Rodrigues em “Danaides”, do grupo de dança contemporânea baSiraH, espetáculo considerado um dos 10 melhores espetáculos do mês de junho de 2011 pela revista Bravo. Em 2012, foi indicada na categoria de Melhor Atriz do Prêmio Sesc do Teatro Candango de 2012 por “Ensaio Geral”, da ATA. Em 2014, integrou o elenco da comédia musical “Eu vou tirar você deste lugar – As canções de Odair José”, com temporadas em Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro. O espetáculo figurou entre os cinco mais bem avaliados pela Veja São Paulo. Em 2016, foi convidada por Zé Celso Martinez Correa para integrar o elenco de “Bacantes”. Protagonizou o espetáculo “O Milagre das Mãos”, do Grupo de Pesquisa Cênica do Sesc. Na ATA, atua também como gestora, com experiência acumulada na G4 Produções (2011), Matéria Primma Produções e Eventos (2013) e Alecrim Produções Artísticas (2011/2017).

Dani Neri

Entrou na Oficina dos Menestréis e começou sua carreira nas artes cênicas sendo dirigida por Oswaldo Montenegro em dois de seus musicais: Noturno e Vale Encantado apresentados no Teatro Nacional no ano de 1999. Há 17 anos atua em diferentes espetáculos teatrais como atriz, musicista e diretora. Atuou e dirigiu o espetáculo Trocando em Miúdos nos anos de 2004, 2006 e 2008. Fez a sonoplastia do espetáculo Ciranda das Horas dos Irmãos Guimarães. Foi atriz do grupo Seu Estrelo e o Fuá do Terreiro que há 10 anos desenvolve uma pesquisa de batuque, de teatro de terreiro e de dança popular. Em 2013 participou com Seu Estrelo no Festival Cena Contemporânea, Festival de Teatro de Terreiro e Festival de Cultura Popular. Flautista, com formação profissionalizante de música pela Escola de Música de Brasília, Dani toca música instrumental brasileira com base no choro, estilo desenvolvido na Escola De Choro Rafael Rabelo e também nas aulas de harmonia com os mestres Carlinhos 7 cordas, Alencar 7 cordas e Ian Guest. Desde 2006 desenvolve oficinas de teatro e musicalização para crianças e adolescentes na periferia de Brasília. Trabalhou no projeto Casa da Mãe, com adolescentes de Olhos Dágua – GO, trabalhou no projeto CORDEL com a Corda Toda, como coordenadora artística e oficineira em Santa Maria – DF no ano de 2013 e ministrou oficina de teatro no projeto Conexão Jovem em São Sebastião-DF em 2014.

Diana Poronga

Atriz, figurinista e performer, licenciada em Artes Cênicas pela UnB. É macaca fundadora da ATA e está no grupo desde 2011. Toca gaita, fole de brinquedo, pau-de-chuva e chocalhos afins. 

A trajetória no teatro começou em 1998 e trabalhou com diversos diretores teatrais, como Antônio Fábio, Alberto Bruno, Tereza Padilha, Luciana Martuchelli, Adriana Lodi, João Antônio, Edson Duavy, Abaetê Queiroz, Alice Stefânia, Bidô Galvão, Kael Studart e Bruno Pepito. Como performer, integra o grupo ObsCênicos. Diana estuda e trabalha com Hugo Rodas desde 2010. Multi-tarefas,  é também figura determinante na concepção e realização dos aspectos plásticos das encenações, assinando parte da cenografia de Ensaio Geral e o figurino de Punaré & Baraúna. Com esse último, foi indicada na categoria de Melhor Figurino do Prêmio Sesc do Teatro Candango de 2015. Ainda como figurinista, trabalhou no espetáculo Bloco Existencialista Quântico, de Hugo Casarisi.

Flávio Café

Dançarino, instrumentista e ator, é  bacharel em interpretação teatral pelo Departamento de Artes Cênicas da Universidade de Brasília (UnB). É macaco fundador da ATA. Toca violino, violão, baixo, bateria, pandeiro, percussão e cavaquinho, e mais o que você quiser dar pra ele aprender.

Café também é artista circense. Durante sua formação em artes cênicas expandiu seus estudos para habilidades específicas, tais como as de malabarista, equilibrista e violinista

O artista é constante e genuíno aprendiz. Participou do Laboratório Transdisciplinar de Cenografia – LTC, com Sônia Paiva, onde estudou o Teatro de Sombras e as metodologias de trabalho transdisciplinar e colaborativo. Em 2009, numa disciplina do curso de artes cênicas,  conheceu o mestre Hugo Rodas com quem passou a estudar, treinar e criar desde então. Na ATA é macaco vital e agregador. 

Gabriela Correa

Atriz e cantora, iniciou o contato com as artes cênicas nas oficinas de teatro escolar com Celso Rirsèque, Bennetti Mendes (G7 Grupo de Comédia) e Nando Villardo (Cia. Teatral Néia e Nando). Participou de diversas oficinas e workshops com artistas como Abaetê Queiroz, Juliana Drummond e Luciana Martuchelli. Em 2014, estreou o musical Eu Vou Tirar Você Deste Lugar – As canções de Odair José, espetáculo de Sergio Maggio inspirado na obra do cantor Odair José. O espetáculo teve temporada em Brasília, Belo Horizonte, São Paulo e Rio de Janeiro. Integrou o elenco do espetáculo Otelo, da Cia. Brasilienses de Teatro, com direção de James Fensterseifer, além da peça infantil O Pequeno Chupa Dedo, de Emanuel Lavor. Atuou em outras parcerias com Sergio Maggio, como as peças Duas Gotas de Lágrimas num Frasco de Perfume (2016) e L – O Musical (2017). Em sua trajetória tem atuações no cinema, com curtas metragens, como Paredes Clandestinas (2018) e Casa de Praia (2018), além do longa Campus Santo (2015).

Iano Fazio

Além de ator, é músico, formado em baixo elétrico e teoria musical pela Escola de Música de Brasília (2014), graduado em História pela Universidade de Brasília. Integra a ATA desde 2014. Além de baixo, toca violão, viola brasileira, alfaia, zabumba e o que mais você der pra ele tirar seus sons.

Seu principal trabalho na música é a banda ETNO. Nela é fundador e compositor. A banda tem os discos Revolução Silenciosa (2008), Setembro (2011), As 7 Fronteiras (2015), Escarlate (2015). A banda coleciona prêmios e apresentações em várias casas de show, além ter participado dos principais eventos musicais da cidade de Brasília, como Porão do Rock, Rolla Pedra e Aniversário de Brasília. Além da sua formação musical, experimenta a arte teatral desde 2007. Em sua trajetória, já atuou e tocou em mais de quinze espetáculos. Fez também dublagens de vídeos e de comerciais na televisão. 

Juliana Drummond

Atriz, diretora e coreógrafa. Iniciou sua carreira em 1995. Ingressou na oficina dos Menestréis, de Deto e Oswaldo Montenegro. Durante sete anos trabalhou como atriz e coreógrafa dos menestréis participando de todos os seus musicais, entre eles, os consagrados “Noturno” e “Dança dos Signos”. Foi com Oswaldo Montenegro que realizou seu primeiro trabalho profissional como atriz, em “A Aldeia dos Ventos”, passando na audição feita em todo o País com mais de 400 candidatos. 

Dividiu cena com Andrea Veiga, Madalena Salles e Fábio Yoshihara. Foi consagrada com a personagem Geni no musical a “Ópera do Malandro”, dirigido por Eliana Carneiro. Trabalhou como atriz nas produções dos Irmãos Guimarães e integrou o elenco de espetáculos da dupla como em “Alto Mar” que marcou a estreia do ator Cauã Reymond nos palcos. Foi preparadora corporal do grupo Os Melhores do Mundo nos espetáculos “Nada é Brinquedo quando alienígenas roubam nossas jujubas”, que teve a participação do ator Robson Nunes e também do espetáculo Mercedez com Z, com Adriana Nunes e Similião Aurélio. Atuou com o ator Vinícius Ferreira em “A Perseguição ou o Longo Caminho que Vai de Zero a Ene”, de Timochenco Webi e direção de Isadora Stepanski, no Festival Internacional de Artes Cênicas/FIAE, em Lima e Cusco. Na televisão, acumula mais de 50 campanhas publicitárias. 

No cinema, trabalhou com os diretores Murilo Salles, Jimi Figueiredo, Mauro Giuntini, Gustavo Galvão e Bruno Torres. Muitos deles premiados, como os filmes “Os fins e os meios”, “Cru”, “Até que a casa caia”, “Uma dose violenta de qualquer coisa” e “A noite por testemunha”. 

Protagonizou as premiadas produções de Fáuston da Silva, “Meu Amigo Nietzsche” e “Balãozinho Azul” e foi premiada, em 2013, no festival de Clermont-Ferrand na França. Atuou com grandes nomes como Roberto Bomtempo, Marat Descartes, Marisol Ribeiro, Virgínia Cavendish, Bianca Muller, Vinícius Zinn, Murilo Grossi e Marco Ricca. Foi apresentadora oficial do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. 

É idealizadora, diretora e coreógrafa do musical “Desbunde”, sucesso de público e crítica em 2014 e 2015. Desde 2000, ministra, junto ao ator e diretor Abaetê Queiroz, a Oficina Circo Íntimo.

Luiz Felipe Ferreira

Iniciou carreira como ator em 1999 e é bacharel em Interpretação Teatral pela Universidade de Brasília (2010). Foi premiado pela peça “Claro!” de David Ives, no II Festival Dulcina de Cenas Curtas (Brasília, 2009) e no 7º Festival Cenas Breves (Curitiba, 2011). Trabalhou com os diretores  Hugo Rodas, Miriam Virna, Luciana Martuchelli e Tereza Padilha. De 2007 a 2014 integrou e produziu o grupo Teatro dos Ventos – Confraria Artística e participou de espetáculos de destaque na cena brasiliense, como: “Uma Despedida Fiel” (2013 ) e “Ve(ne)nus” (2014). Protagonizou o aclamado musical “Eu vou tirar você deste lugar – As canções de Odair José” (2014/15), com direção de Sérgio Maggio, com temporadas em Belo Horizonte, Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro. No cinema, atuou como personagem central nos curtas-metragens “Paspalhos”, de Thiago Campello, “O Julgamento de Clarice”, de Isadora Wertheimer e no longa-metragem “Campus Santos”, de Márcio Curi.

Nobu Kahi

É ator, trompetista, guitarrista e compositor. É também professor de dança de salão e ex-integrante da Cia Síncronos de Dança. Como realizador audiovisual, teve o filme “Zumbi Brocado” (Nobu/Daniel/Marcos) exibido no festival internacional Curtíssimos 2012. Ator profissional desde 2011, possui licenciatura em Artes Cênicas na Universidade de Brasília (UnB). Desenvolve pesquisa com a ATA desde 2011. Foi assistente de direção, músico e compositor da trilha sonora do espetáculo “Ensaio Geral”, que lhe rendeu premiação de Melhor Trilha Sonora no Prêmio Sesc de Teatro Candango 2012.

Pedro Tupã

Além de ator, é percussionista e arte educador, licenciado em música pela Universidade de Brasília (UnB). Estudou percussão popular na Escola Brasileira de Choro Raphael Rabello e percussão sinfônica na Escola de Música de Brasília. Atualmente é integrante do grupo Tambores Urbanos e Pé de Cerrado.

Em 2002, iniciou carreira artística ao participar do programa de TV “Instrumental Sesc Paulista” com o grupo Tambores Urbanos ao lado de Sérgio Boré e de seu padrinho, o trombonista Itacyr Bocato. Em 2008, participou com o grupo, participando dos festivais: TromellFest, SambaVision e Altonale. Nessa temporada, gravaram o álbum “Schmuckstrasse ” . Em 2013 participou do álbum “Batuque en los Andes”. E em 2015 gravaram o álbum “Música para pintar paisagens no imaginário”.

Em 2015 integrou o grupo cultural Pé de Cerrado, em shows no Brasil e no exterior, em eventos como o Festival Paraíso Músicas do Mundo em Alto Paraíso (GO), Encontro de Culturas Tradicionais da Chapada dos Veadeiros em São Jorge (GO), Festival Internacional de Palhaços do Sesc – Sesc Fest Clown. Em 2017, participou de temporada de shows na Europa, na exposição “Brasil Junino” em Lisboa e Madrid. Participou também do espetáculo infantil “Os Brincantes”.

Rosanna Viegas

Se destaca pela versatilidade do seu trabalho que vai do drama à comédia, teatro, cinema e na televisão. Bacharel em Artes Cênicas pela UnB, ganhou os prêmios de Melhor Atriz Coadjuvante no FITA 2015 (“Cachorro Quente”,de João Fonseca), com que trabalhou também em “Pão Com Mortadela”, além de ter sido premiada como Melhor Atriz com o Prêmio Sesc do Teatro Candango 2006 e com o Prêmio de Melhor Atriz no Fentepp (Festival Nacional de Teatro de Presidente Prudente)  com o protagonista Bérenger, em “O Rinoceronte”, com direção de Hugo Rodas. Foi uma das criadoras e intérpretes do espetáculo “Adubo ou a Sutil Arte de Escoar pelo Ralo”, com direção de Hugo Rodas. A peça turnê por quase 60 cidades brasileiras. Apresentou no Rio de Janeiro, em 2017, o espetáculo musical “Uísque com Água” adaptado da obra de Charles Bukowski (“Pulp”) em uma bem-sucedida temporada no Teatro Clara Nunes, no Shopping da Gávea.

Na televisão atuou nas novelas “Ti Ti Ti”, “Sangue Bom” e “Rock Story”, e séries como “Força -Tarefa”, “O Caçador” e “Supermax”. No cinema, integrou os elencos dos filmes “Billi Pig”, “A Concepção”, “Cru”, “Jogo da Memória”, “Malícia”, “A Repartição do Tempo” e “O Último Cine Drive-In”. Ministra o workshop intensivo para atores “O Ator em Caos Criativo”, em Brasília. Dirigiu e produziu o curta “Dossiê- um docuficção sobre o Bar Bukowski”, no Rio de Janeiro.


Os Macacos