Camila Guerra

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Camila Guerra é atriz, bacharel em interpretação teatral pelo Departamento de Artes Cênicas da Universidade de Brasília (UnB). É macaca fundadora da ATA, sendo no grupo desde 2011. Toca triângulo, pandeiro e vem se dedicando aos estudos da sanfona.

Dedica-se ao fazer teatral desde 1992. Integrou a Cia Atrizzes do Pezadello (1995 a 1998), onde participou da montagem de inúmeras peças; no Grupo Àgora (2000 a 2001), foi ensaiadora e atuou em Prometeu Acorrentado; na Cia Brasiliense de Teatro (2002), auxiliou na construção da dramaturgia e atuou no espetáculo/instalação Despir-se realizado na Grande Loja Maçônica de Brasília. Trabalhou com Humberto Pedrancini no espetáculo Uns que não dormem (2005), do grupo Fala Muleke. Integrou o grupo NUTAAN – DF, da companhia Taanteatro de São Paulo (2008/09), onde apresentou o espetáculo !Zaratustra!. Em 2009, foi contemplada pelo Prêmio Myriam Muniz da Funarte, com o projeto de teatro itinerante Olhar Forasteiro, cujos produtos culturais resultaram além das apresentações teatrais, em um livro publicado no Programa de Pós-Graduação em Arte – UnB, (ISBN: 978-85-89698-22-1). Compôs também o elenco da CEDANCOMG – Companhia Experimental de Dança Negra Contemporânea (2009 a 2010). Em 2011 recebeu 2 prêmios em festivais nacionais e internacionais como Melhor Atriz com a comédia musical A Porca Faz Anos!, dirigida por Felícia Johansson. No mesmo ano foi dirigida por Giselle Rodrigues em Danaides, do grupo de dança contemporânea baSiraH, espetáculo considerado um dos 10 melhores espetáculos do mês de junho de 2011 pela revista BRAVO. Em 2012, foi indicada na categoria de Melhor Atriz do Prêmio SESC do Teatro Candango de 2012 por Ensaio Geral, da ATA. Em 2014, integrou o elenco da comédia musical Eu vou tirar você deste lugar – As canções de Odair José, com temporadas no Centro Cultural Banco do Brasil de Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro. O espetáculo contou com a participação da cantora Maria Alcina e posteriormente com a vedete Watusi, figurando entre os 5 espetáculos mais bem avaliados pela VEJA São Paulo naquele ano. Além de macaca fundadora da ATA, Camila integra desde 2011 o Coletivo Tombado, dirigido por Márcio Menezes. Com este grupo já apresentou três espetáculos: Para onde vão os trens? (2011); Palácio de Tábuas (2013), ação teatral no Museu do Catetinho em Brasília; e Cidade Livre – a Aventura do Novo Oeste (2014), que ocupou o Museu Vivo da Memória Candanga. Na ATA, além de atriz, Camila é primordial na função de produção cultural do grupo, experiência que adquiriu prestando serviço nas áreas de elaboração de projetos e produção executiva a inúmeros proponentes e produtoras, dentre eles: G4 Produções (2011), Matéria Primma Produções e Eventos (2013) e Alecrim Produções Artísticas (2011/2015).