Os Macacos

Abaetê Queiroz

Ator, diretor e iluminador além de agente cultural com grande responsabilidade no cenário teatral de Brasília. Na sua produção contam mais de cinquenta espetáculos como ator, trinta montagens na função de diretor e cerca de sessenta planos de luz em vários projetos. Sua carreira passa pelo cinema, com participação em longas e curta metragens e televisão, inclusive para a Rede Globo. Em seus trabalhos podemos destacar a novela “Passione”, o filme “Faroeste Caboclo”, os espetáculos “Adubo” e “Os Demônios” com o premiado diretor Hugo Rodas, os projetos permanentes “Os Dramátikos” e “Vinícius”, a criação e gerência da “Oficina Circo Íntimo” ao longo dos últimos dezesseis anos, e por fim, mais de quinze anos apresentando e desenvolvendo técnicas de teatro de rua em várias regiões do Distrito Federal.

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André Araújo

Formado em Artes Cênicas pela Universidade de Brasília (2005), André trabalha com o diretor uruguaio Hugo Rodas a 15 anos. Dessa parceria renderam 7 espetáculos teatrais, dentre os quais ADUBO ou a sutil arte de escoar pelo ralo (com o qual ganhou o prêmio de melhor ator do 2º Prêmio SESC do Teatro Candango, em 2005), O Rinoceronte (melhor ator do 12º Festival Nacional de Presidente Prudente, em 2005) e Seis Personagens a Procura de um Autor (melhor ator do 18º Festival de Teatro Universitário de Blumenal, em 2004). Percorreu cerca de 60 cidades brasileiras nas duas edições que participou do Palco Giratório do SESC, com os espetáculos ADUBO e Rosanegra, ambos dirigidos por Hugo Rodas. No Rio de Janeiro trabalhou com o diretor João Fonseca na montagem do musical Gota D`Água (2007) e do espetáculo Pão com Mortadela (2009), além de integrar o elenco do musical No Piano da Patroa (2009) de Lena Horn e Roberto Burgel. Sua primeira experiência como diretor se deu com o musical infantil de rua O Mundo Mágico de Nina (2014). Na dança contemporânea, sua primeira experiência em cena foi ainda em Brasília com o espetáculo Retrato de Homem Velado (2003), do coreógrafo italiano Camilo Vacalebre, seguido de De Touros e Homens (2004), da coreógrafa Márcia Duarte. Entre os anos 2009 e 2012, já no Rio de Janeiro, integrou a Os Dois Cia de Dança Contemporânea, companhia dirigida pela coreógrafa Giselda Fernandes, participando da criação de diversos espetáculos e performances no decorrer desses 4 anos. No cinema protagonizou o longa metragem argentino Tarde en el Abismo (2013), do diretor Pedro Oswald, e o curta metragem A Minha Maneira de Estar Sozinho (2008), além de atuar dos curtas Passeio (DF, 2014), Felizes Para Sempre (RJ, 2014), O Homem Pipoca (DF, 2006), Véi (DF, 2005) e Macacos me Mordam (DF, 2004). Participou ainda do longa metragem A Concepção (DF, 2004), de José Eduardo Belmonte, e As Vidas de Maria (DF, 2001), de Renato Barbieri. Em 2013 viveu a experiência de ser assistente de direção de Ulysses Cruz na Via Crucis e na Vigília da Jornada Mundial da Juventude, dois mega espetáculos a céu aberto realizado com 500 artistas em cena distribuídos por 13 palcos ao longo da orla de Copacabana, na ocasião da visita do Papa Francisco ao Brasil. Desde 2007 ministra oficinas de teatro, teatro para crianças, improvisação e performances urbanas.

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Camila Guerra

Camila Guerra é atriz, bacharel em interpretação teatral pelo Departamento de Artes Cênicas da Universidade de Brasília (UnB). É macaca fundadora da ATA, sendo no grupo desde 2011. Toca triângulo, pandeiro e vem se dedicando aos estudos da sanfona.

Dedica-se ao fazer teatral desde 1995. Integrou a Cia Atrizzes do Pezadello (1995 a 1998), onde participou da montagem de inúmeras peças; no Grupo Àgora (2000 a 2001), foi ensaiadora e atuou em Prometeu Acorrentado; na Cia Brasiliense de Teatro (2002), auxiliou na construção da dramaturgia e atuou no espetáculo/instalação Despir-se realizado na Grande Loja Maçônica de Brasília. Trabalhou com Humberto Pedrancini no espetáculo Uns que não dormem (2005), do grupo Fala Muleke. Integrou o grupo NUTAAN – DF, da companhia Taanteatro de São Paulo (2008/09), onde apresentou o espetáculo !Zaratustra!. Em 2009, foi contemplada pelo Prêmio Myriam Muniz da Funarte, com o projeto de teatro itinerante Olhar Forasteiro, cujos produtos culturais resultaram além das apresentações teatrais, em um livro publicado no Programa de Pós-Graduação em Arte – UnB, (ISBN: 978-85-89698-22-1). Compôs também o elenco da CEDANCOMG – Companhia Experimental de Dança Negra Contemporânea (2009 a 2010). Em 2011 recebeu 2 prêmios em festivais nacionais e internacionais como Melhor Atriz com a comédia musical A Porca Faz Anos!, dirigida por Felícia Johansson. No mesmo ano foi dirigida por Giselle Rodrigues em Danaides, do grupo de dança contemporânea baSiraH, espetáculo considerado um dos 10 melhores espetáculos do mês de junho de 2011 pela revista BRAVO. Em 2012, foi indicada na categoria de Melhor Atriz do Prêmio SESC do Teatro Candango de 2012 por Ensaio Geral, da ATA. Em 2014, integrou o elenco da comédia musical Eu vou tirar você deste lugar – As canções de Odair José, com temporadas no Centro Cultural Banco do Brasil de Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro. O espetáculo contou com a participação da cantora Maria Alcina e posteriormente com a vedete Watusi, figurando entre os 5 espetáculos mais bem avaliados pela VEJA São Paulo naquele ano. Em 2016 foi convidada por Zé Celso Martinez Correa para integrar o elenco de Bacantes que estreou no Sesc Pompéia em outubro seguindo temporada até abril de 2017 no Teatro Oficina Uzyna Uzona. Também foi convidada para protagonizar o espetáculo O Milagre das Mãos  do Grupo de Pesquisa Cênica do Sesc. Na ATA, além de atriz, Camila é gestão do grupo, experiência que adquiriu prestando serviço nas áreas de elaboração de projetos e produção executiva a inúmeros proponentes e produtoras, dentre eles: G4 Produções (2011), Matéria Primma Produções e Eventos (2013) e Alecrim Produções Artísticas (2011/2017).

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Carol Scartezini (nas estrelas)

Carol é macaca fundadora da ATA. Fazia um mundo de coisas! Começou na Ciência Política, foi pras Relações Internacionais, aí passou pras Ciências Sociais, mas ficava em dúvida entre Sociologia e Antropologia. Fazia iniciação científica nas Artes Cênicas. Era atriz e palhaça. Era brava, cricri, muito trabalhadora e um mar de amor e amizade. Tocava trompete e mangueirão. Com certeza deve estar abrindo rodas e rodas de palhaçaria nas estrelas. E quando lhe dá na telha, numa noitedia qualquer, é provável que ela pedale nos astros, com flores amarelas nos seus dreads encantados.

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Dani Neri

Dani Neri entrou na Oficina dos Menestréis e começou sua carreira nas artes cênicas sendo dirigida por Oswaldo Montenegro em dois de seus musicais: Noturno e Vale Encantado apresentados no Teatro Nacional no ano de 1999. Há 17 anos atua em diferentes espetáculos teatrais como atriz, musicista e diretora. Atuou e dirigiu o espetáculo Trocando em Miúdos nos anos de 2004, 2006 e 2008. Fez a sonoplastia do espetáculo Ciranda das Horas dos Irmãos Guimarães. Foi atriz do grupo Seu Estrelo e o Fuá do Terreiro que há 10 anos desenvolve uma pesquisa de batuque, de teatro de terreiro e de dança popular. Em 2013 participou com Seu Estrelo no Festival Cena Contemporânea, Festival de Teatro de Terreiro e Festival de Cultura Popular. Flautista, com formação profissionalizante de música pela Escola de Música de Brasília, Dani toca música instrumental brasileira com base no choro, estilo desenvolvido na Escola De Choro Rafael Rabelo e também nas aulas de harmonia com os mestres Carlinhos 7 cordas, Alencar 7 cordas e Ian Guest. Desde 2006 desenvolve oficinas de teatro e musicalização para crianças e adolecesentes na periferia de Brasília. Trabalhou no projeto Casa da Mãe, com adolescentes de Olhos Dágua – GO, trabalhou no projeto CORDEL com a Corda Toda, como coordenadora artistica e oficineira em Santa Maria – DF no ano de 2013 e miniistrou oficina de teatro no projeto Conexão Jovem em São Sebastião-DF em 2014.

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Diana Poranga

Diana Poranga é atriz, figurinista e performer, licenciada em Artes Cênicas pela UnB. É macaca fundadora da ATA, sendo no grupo desde 2011. Toca gaita, fole de brinquedo, pau-de-chuva e chocalhos afins. Quer se dedicar ao estudo da composição em música eletrônica.

Dedica-se a prática teatral desde 1998. Trabalhou com diversos diretores teatrais, tais como Antônio Fábio, Alberto Bruno, Tereza Padilha, Luciana Martuchelli, Adriana Lodi, João Antônio, Edson Duavy, Abaetê Queiroz, Alice Stefânia, Bidô Galvão, Kael Studart, Bruno Pepito, entre outros. Como performer integra o grupo ObsCênicos. Começou a estudar com Hugo Rodas em 2010. Compõe o elenco dos dois espetáculos da ATA, e em ambos é figura determinante na concepção e realização dos aspectos plásticos das encenações, assinando parte da cenografia de Ensaio Geral e o figurino de Punaré & Baraúna. Com esse último, foi indicada na categoria de Melhor Figurino do Prêmio SESC do Teatro Candango de 2015. Ainda foi figurinista no espetáculo Bloco Existencialista Quântico, de Hugo Casarisi.

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Flávio Café

Flávio Café é dançarino e ator, bacharel em Interpretação Teatral pelo Departamento de Artes Cênicas da Universidade de Brasília (UnB). É macaco fundador da ATA, sendo no grupo desde 2011. Toca violino, violão, um pouco de baixo e cavaquinho, mais um pouco de bateria, pandeiro e percussão em geral, e mais o que você quiser dar pra ele aprender.

Café, como é amplamente conhecido, também é artista circense e músico amador. Durante sua formação em artes cênicas expandiu seus estudos para habilidades específicas, tais como as de malabarista, equilibrista e violinista – para pontuar essas três, da vasta lista de curiosidades pelas quais  ele se desperta todos os dias. Trata-se de um constante e genuíno aprendiz. Também participou do Laboratório Transdisciplinar de Cenografia – LTC, com Sônia Paiva, onde estudou o Teatro de Sombras e as metodologias de trabalho transdisciplinar e colaborativo. Foi em 2009, numa disciplina do curso de artes cênicas, que conheceu o mestre Hugo Rodas com o qual passou a estudar, treinar e criar desde então. Na ATA é macaco vital e agregador. É no espaço criativo do grupo que canaliza seus principais esforços de artista.

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Gabriela Correa

Atriz e cantora, Gabriela iniciou o contato com as artes cênicas através de oficinas de teatro escolar com Celso Rirsèque, Bennetti Mendes (G7 Grupo de Comédia) e Nando Villardo (Cia. Teatral Néia e Nando). Participou de diversas oficinas e workshops com artistas como Abaetê Queiroz, Juliana Drummond e Luciana Martuchelli. Em 2014, estreou o musical Eu Vou Tirar Você Deste Lugar – As canções de Odair José, espetáculo de Sergio Maggio inspirado na obra do cantor Odair José. O espetáculo foi patrocinado pelo CCBB com estreia Brasília e, posteriormente, seguiu para Belo Horizonte, São Paulo e Rio de Janeiro. Recentemente, estreeou o espetáculo Otelo junto à Cia. Brasilienses de Teatro, com direção de James Fensterseifer, além da peça infantil O Pequeno Chupa Dedo, de Emanuel Lavor. Seguiu em outras parcerias com Sergio Maggio, estreando a peça ‘Duas Gotas de Lágrimas num Frasco de Perfume (2016) e, posteriormente, L – O Musical (2017). A atriz também se dedica ao cinema, contabilizando sete curtas metragens, como Paredes Clandestinas (2018) e Casa de Praia (idem) e o longa Campus Santo (2015). 

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Iano Fazio

Iano Fazio é músico, formado em Baixo Elétrico e Teoria Musical pela Escola de Música de Brasília (2014), graduado em História pela Universidade de Brasília, e ator. É macaco desde 2014. Além de baixo, toca violão, viola brasileira, alfaia, zabumba e o que mais você der pra ele tirar seus sons.

Começou a tocar baixo aos 14 anos de idade. Seu principal trabalho na música é a banda ETNO, da qual é fundador e compositor de boa parte das canções. A ETNO já lançou dois discos: Revolução Silenciosa, de 2008, e Setembro, lançado em 2011. A banda coleciona prêmios e apresentações em várias casas de show, além ter participado dos principais eventos musicais da cidade de Brasília, como Porão do Rock, Rolla Pedra e Aniversário de Brasília. Como baixista, em pouco tempo já se destacou, também por sua energia vibrante no palco. No início da sua formação, tocou em bandas com músicos mais experientes. Hoje toca com frequência em bares e festas com bandas de tributo ou de releituras de grandes artistas. Além da sua formação musical, também experimenta a arte teatral desde 2007. Em sua trajetória, já atuou e tocou em mais de quinze espetáculos. Já participou também de dublagens de vídeos e de comercias na televisão. Ao se integrar à ATA, Iano agregou suas competências de músico profissional à constante e fundamental musicalidade das pesquisas da macaca, onde também vem experimentando estudos profundos sobre as artes do ator e da cena teatral.

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Juliana Drummond

Atriz, diretora e coreógrafa. Iniciou sua carreira em 1995. Ingressou na oficina dos Menestréis de Deto e Oswaldo Montenegro. Durante sete anos trabalhou como atriz e coreógrafa dos menestréis participando de todos os seus musicais, entre eles, os consagrados “Noturno” e “Dança dos Signos”. Foi também com Oswaldo Montenegro que realizou seu primeiro trabalho profissional como atriz de “A Aldeia dos Ventos”, passando na audição feita em todo país com mais de 400 candidatos. Em “Aldeia dos Ventos” dividiu cena com Andrea Veiga, Madalena Salles e Fábio Yoshihara. Foi consagrada com a personagem Geni no musical a “Ópera do Malandro”, dirigido por Eliana Carneiro. Trabalhou como atriz nas produções dos Irmãos Guimarães e integrou o elenco de espetáculos da dupla como em “Alto Mar” que marcou a estreia do ator Cauã Reymond nos palcos. Trabalhou como preparadora corporal da Cia. de Comédia os Melhores do Mundo nos espetáculos “Nada é Brinquedo quando alienígenas roubam nossas jujubas”, que teve a participação do ator Robson Nunes e também do espetáculo Mercedez com Z, com Adriana Nunes e Similião Aurélio. Atuou com o ator Vinícius Ferreira em “A Perseguição ou o Longo Caminho que Vai de Zero a Ene”, de Timochenco Webi e direção de Isadora Stepanski, no Festival Internacional de Artes Cênicas/FIAE, em Lima e Cusco. Na televisão acumula mais de 50 campanhas. No cinema trabalhou com os diretores Murilo Salles, Jimi Figueiredo, Mauro Giuntini, Gustavo Galvão e Bruno Torres. Muitos deles premiados, como os filmes “Os fins e os meios”, “Cru”, “Até que a casa caia”, “Uma dose violenta de qualquer coisa” e “A noite por testemunha”. Protagonizou as premiadas produções de Fáuston da Silva, “Meu Amigo Nietzsche” e “Balãozinho Azul” chegando a receber prêmios em 2013, no festival de Clermont-Ferrand na França. Atuou com grandes nomes como Roberto Bomtempo, Marat Descartes, Marisol Ribeiro, Virgínia Cavendish, Bianca Muller, Vinícius Zinn, Murilo Grossi e Marco Ricca. Foi apresentadora oficial do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. É idealizadora, diretora e coreógrafa do musical “Desbunde”, sucesso de público e crítica em 2014 e 2015. Entrou na ATA em 2015.

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Luciana Lobato

Formada em Artes Cênicas com habilitação em bacharelado. Faculdade Dulcinade Moraes. Foi Sócia proprietária da Produtora Guinada Produções durante 5 anos. Experiência na área de  produção: Espetáculo “OperATA” Direção: HugoRodas (2018) Espetáculo “A pena e a Lei” Direção: Abaetê Queiroz e Juliana Drummond (2018) Espetáculo “ADUBO ou a sutil arte de escoar pelo ralo” Direção: Hugo Rodas (2018/2017) Leitura Dramática “OsDramátikos” Direção: O grupo (2018/2017) Espetáculo “Vinicius” direção: Abaetê Queiroz e Juliana Drummond (2018/2017) Espetáculo “Atrás do Sofá” Direção: Juliana Drummond (2017) Espetáculo “Mahagonny“ Abaetê Queiroz e Juliana Drummond (2017) Espetáculo “Cidade Partida” Direção: Abaetê Queiroz e Juliana Drummond (2017) Espetáculo “Fios de Historias“ Direção: Miriam Virna e Mariza Vargas (2013) Espetáculo “Peter Pan também para os já crescidos” Direção: Luana Proença (2013) Espetáculo “Quarteto do Cerrado” direção: Luana Proença (2012/2011) Espetáculo “Marajá Sonhador” Direção: Eliana Carneiro (2012) Produção executiva do primeiro DVD do grupo Patubatê, direção: Bruno Bastos (2012) Produção do Workshop do preparador de elenco Sergio Penna (2011) Espetáculo “Dois de Paus” Direção: Arthur Tadeu Curado e Raquel Mendes (2010/2005 e 2004) Assistente de Produção Festival Internacional“ Planeta Circo” (2003) espetáculo “Raul Fora da Lei” Direção: Roberto Bomtempo e Deto Montenegro (2002).

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Luiz Felipe Ferreira

Iniciou sua carreira teatral como ator em 1999 e é bacharel em Interpretação Teatral pela Universidade de Brasília (2010). Foi premiado pela peça Claro! de David Ives, no II Festival Dulcina de Cenas Curtas (Brasília, 2009) e no 7º Festival Cenas Breves (Curitiba, 2011). Trabalhou com diretores como: Hugo Rodas, Miriam Virna, Luciana Martuchelli e Tereza Padilha. De 2007 a 2014 integrou e produziu o grupo Teatro dos Ventos – Confraria Artística, com o qual realizou espetáculos de destaque na cena brasiliense, como: Uma Despedida Fiel (2013 ) e Ve(ne)nus (2014).  Protagonizou o aclamado musical Eu vou tirar você deste lugar – As canções de Odair José (2014/15), com direção de Sérgio Maggio, que realizou temporadas em Belo Horizonte e no CCBB de Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro. No cinema, atuou como personagem central nos curtas-metragens Paspalhos, de Thiago Campello, O Julgamento de Clarice, de Isadora Wertheimer e no longa-metragem Campus Santos, de Márcio Curi.

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Márcia Duarte

Márcia Duarte é dançarina, atriz, coreógrafa e diretora. É graduada em Educação Física pela Universidade de Brasília (1984), mestra e doutora em Artes Cênicas pela Universidade Federal da Bahia (2003/2009). Atualmente é professora adjunta da Universidade de Brasília. É macaca desde 2013. Toca escaleta, um pouco de trompete, e diz que toca piano (mas ninguém nunca viu), embora ela não seja dada a cascatas…

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Nobu Kahi

Trompetista, guitarrista e compositor. Professor de dança de salão e ex-integrante da Cia Síncronos de Dança. Realizador audiovisual, sendo o filme “Zumbi Brocado” (Nobu/Daniel/Marcos) teve exibição no festival internacional de Curtíssimos 2012. Ator profissional desde 2011 e atualmente cursa licenciatura em Artes Cênicas na Universidade de Brasília. Desenvolve a pesquisa com o grupo ATA desde 2011. Foi assistente de direção, músico e compositor da trilha sonora ENSAIO GERAL, onde foi premiado pelo Prêmio Sesc de Teatro Candango 2012, pela Melhor Trilha Sonora.

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Pedro Tupã

Percussionista e arte educador, licenciado em música pela Universidade de Brasília. Estudou percussão popular na Escola Brasileira de Choro Raphael Rabello e percussão sinfônica na Escola de Música de Brasília. Atualmente é integrante do grupo Tambores Urbanos e Pé de Cerrado.

Foi no ano de 2002 que Tupã iniciou sua carreira artística participando do programa de TV “Instrumental SESC Paulista” com o grupo Tambores Urbanos ao lado de Sérgio Boré e de seu padrinho, o trombonista Itacyr Bocato. Em 2008 esteve com o grupo na Alemanha participando dos festivais: TromellFest, SambaVision e Altonale. Nessa temporada gravaram o álbum “Schmuckstrasse . Em 2013 participou do álbum “Batuque en los Andes”. E em 2015 gravaram o álbum “Música para pintar paisagens no imaginário” com apoio da Secretaria de Cultura do Governo Distrito Federal.

Em 2015 passou a integrar o grupo cultural Pé de Cerrado. Com o grupo realizou shows no Brasil e no exterior, dentre os mais relevantes estão Festival Paraíso Músicas do Mundo em Alto Paraíso – GO, Encontro de Culturas Tradicionais da Chapada dos Veadeiros em São Jorge – GO, Festival Internacional de Palhaços do SESC – SESC FEST CLOWN. Em 2017 realizaram uma temporada de shows na Europa, participando da exposição “Brasil Junino” em Lisboa e Madrid. Atualmente apresentam o espetáculo infantil “Os Brincantes”.

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Rosanna Viegas

Atriz brasiliense que se destaca pela versatilidade do seu trabalho que vai do drama a comédia, seja no teatro, no cinema ou na televisão. Fez sua última temporada no teatro no  Rio de Janeiro em março de 2017, com o espetáculo musical “Uísque com Água” adaptado da obra de Charles Bukowski (o livro “Pulp”) em uma bem-sucedida temporada no Teatro Clara Nunes, no Shopping da Gávea.

Bacharel em Artes Cênicas pela UnB (DF), ganhou os prêmios de Melhor Atriz Coadjuvante no FITA 2015 (“Cachorro Quente”),de João Fonseca, com que trabalhou também em “Pão Com Mortadela”, além de ter sido laureada como Melhor Atriz com o Prêmio Sesc do Teatro Candango 2006 e com o Prêmio de Melhor Atriz no FENTEPP (Festival Nacional de Teatro de Presidente Prudente)  defendendo o protagonista Bérenger, de Ionesco em  “O Rinoceronte”, direção de Hugo Rodas.

Rosanna foi uma das criadoras e intérpretes do espetáculo “Adubo ou a Sutil Arte de Escoar pelo Ralo”, com direção de Hugo Rodas (a peça cfez tourné por quase 60 cidades brasileiras, completou 10 anos em 2015, com sessões no Galpão Gamboa, RJ e reestreia em outubro no SESC Belenzinho em SP).

Atriz de televisão (novelas “Ti Ti Ti”, “Sangue Bom” e “Rock Story”, e séries como “Força -Tarefa”, “O Caçador” e “Supermax”) e cinema (“Billi Pig”, “A Concepção”, “Cru”, “Jogo da Memória”, “Malícia”,

“A Repartição do Tempo” e “O Último Cine Drive-In”).

Rosanna Viegas ministra o workshop intensivo para atores “O Ator em Caos Criativo” na Casa dos Quatro, em Brasília e atualmente está dirigindo e produzindo o curta “Dossiê- um docuficção sobre o Bar Bukowski”, no RJ.

LINK SUPERMAX como “Jussara” (novembro 2016):

https://vimeo.com/209675947?ref=fb-share&1

– LINK Rock Story Videoshow como “Socorro”, participação em 17 capítulos como antagonista da protagonista da novela (março 2017):

https://globoplay.globo.com/v/5705919/

– LINK longa “CRU”, indicada como MELHOR ATRIZ em 2014 no prêmio SESI  FIESP SP (2014):

https://www.youtube.com/watch?v=1FmDVXJG2OA

– LINK “FORÇA TAREFA”, como uma assassina, segurança de traficante colombiano:

https://www.youtube.com/watch?v=oHH_U_wVu-I

– LINK “TITITI”

http://www.otempo.com.br/divers%C3%A3o/magazine/rosanna-viegas-comemora-sucesso-de-sua-personagem-1.376763

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Macacada em outros galhos

Isumy Kudo

Estuda e atua na área das Artes cênicas desde 2008 quando ingressou no curso de Artes Cênicas da Universidade de Brasília. Desenvolveu trabalhos com Márcia Duarte, Fernando Villar, Áurea Liz, Bruno Estrela, Bidô Galvão, Rita Cruz, Soraia Silva, Fernando Martins, Izabela Brochado, Ricardo César e HugRodas com quem desde 2009 desenvolve uma pesquisa de treinamento de ator. Dirigiu a peça CASCA. Integrou o grupo Carmim, atualmente integra o grupo POTE, e o grupo ATA, além de atuar como professora. Foi coordenadora do espaço Núcleo de Dança da UnB em 2012.

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Patrícia Meschick

Designer gráfica, diagramadora, produtora gráfica. Graduada em Desenho Industrial (Programação Visual) pela Universidade de Brasília em 2008. Cursando MBA em Gerenciamento de Projetos pela Fundação Getúlio Vargas. Experiência em programação visual de impressos, produção gráfica, identidade visual, design editorial, direção de arte e gerenciamento de projetos culturais. Vencedora do Prêmio de Excelência Gráfica Jorge Salim 2013 como Melhor Design Gráfico com o livro “Senhora dos Gatos”, de Luci Afonso. Programadora visual de chamadas especiais e programas para a TV Câmara. Membro e pesquisadora do Laboratório Transdisciplinar de Cenografia (LTC) desde 2010, Programa de Extensão da Universidade de Brasília.

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Raquel Rosildete

Raquel Rosilldete é graduada em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de Brasília (UnB) desde 2010 e especialista em Projetos de Iluminação pelo Instituto Europeo di Diseño, de Barcelona, desde 2007. Chegou meio de supetão faltando pouco tempo para a estreia de Ensaio Geral. Hoje ela curte a peça, mas já confessou que no início achava tudo meio estranho. De galho em galho, tornou-se macaca em 2013. É pau pra muita obra e toca mesa de luz como ninguém!

Em 2008 começa a trabalhar com projetos de iluminação de arquitetura na loja Iluminatta, em Brasília. Concebeu e montou a Festa da Arquitetura da UnB de 2008 a 2015, do tradicional Centro Acadêmico de Arquitetura e Urbanismo da referida universidade. Hoje é responsável pela Coordenação Técnica da festa. Trabalha também com iluminação em exposições, tendo concebido o projeto de iluminação de exposições na Caixa Cultural de Brasília e do Rio de Janeiro. Em Brasília, realiza exposições no Museu dos Correios, CCBB, Funarte, Casa da Cultura da América Latina, Espaço Piloto da UnB, entre outros, em exposições de artistas como Carlos Vergara, Iole de Freitas, Gê Orthof, Galeno e Ralph Gehre. Estreou como iluminadora teatral em 2011 na peça Para onde vão os trens?, do Coletivo Tombado, dirigido por Márcio Menezes. Em 2012 estréia o espetáculo Ensaio Geral, da ATA, cuja iluminação mereceu a indicação ao Prêmio SESC de Teatro Candango de 2012. Também em 2013 iluminou o espetáculo de dança Sentidos da presença, de Larissa Ferreira, na qual trabalhava projeções mapeadas com sensores de movimento. Em 2015 estréia Punaré & Baraúna, com a ATA, espetáculo pelo qual conquistou o Prêmio SESC do Teatro Candango de Melhor Iluminação desse ano. Além do vasto trabalho em iluminação para arquitetura, participou entre 2010 e 2015 do grupo de pesquisa Laboratório de Cenografia, coordenado pela multiartista Sonia Paiva, responsável, no ano de 2015, pela representação brasileira na Quadrienal de Praga – maior evento da arte cenográfica do mundo.

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Tamara Chiz

Tamara Chiz é dançarina e atriz. Presente na ATA primeiramente como assistente de direção e preparadora corporal, desde o processo criativo de Ensaio Geral, sendo assim, macaca, desde 2012. Em 2013 integrou-se no elenco de Ensaio Geral. Toca violão quebrado e quer se dedicar ao estudo do Clarinete.

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Tulio Starling

Tulio Starling é ator, bacharel em Interpretação Teatral pelo Departamento de Artes Cênicas da Universidade de Brasília (UnB). É macaco fundador da ATA, sendo no grupo desde 2011. Toca pandeiro, zabumba e percussão em geral, e vem se dedicando aos estudo do Saxofone Soprano.

Ator profissional desde 2005, em sua trajetória compôs o elenco de dezesseis produções teatrais dirigidas por nomes de destaque na cena teatral brasiliense, tais como Hugo Rodas, Similião Aurélio, Alexandre Ribondi, Adriana Lodi, Iuri Saraiva, Juliana Drummond, Alice Stefânia, Rita de Almeida Castro e James Fensterseifer. Com este último diretor, integrou a Cia. Brasilienses de Teatro na qual trabalhou em cinco espetáculos: Eu, o Tentador (2007); Irmã Teodora e as Desventuras do Cavaleiro Agilulfo (2008); Mirandolina, a Taberneira (2009); Pela Metade (2009); e Cosme Trepado (2011-2012).

Foi premiado como Melhor Ator pelo Prêmio SESC do Teatro Candango de 2015, pelo espetáculo musical Desbunde, de Juliana Drummond e Abaetê Queiroz.

Também tem experiência significativa no cinema, somando sete curtas e cinco longas na carreira. Com o curta A Noite Por Testemunha, de Bruno Torres, foi premiado no IV Curta Cabo Frio e no 42° Festival de Brasília do Cinema Brasileiro (2009). Integra o elenco de Faroeste Caboclo, longa metragem de René Sampaio, produzido pela carioca Gávea Filmes, que foi o grande vencedor do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro de 2014. Nesse mesmo ano atuou no curta 1981, produzido pela Conspiração Filmes e dirigido por Del Regionato. O curta foi lançado em 2015 no Vimeo, plataforma de vídeos da internet, e logo foi selecionado pela curadoria internacional Vimeo Staff Picks. Também em 2015, fez participação especial no primeiro longa de Bruno Torres, A Espera de Liz, produzido pela Aquarela Produções Culturais. Também filmou o longa Campus Santo, de Márcio Curi, em seu primeiro papel protagonista no cinema.

Em 2010, conheceu o mestre Hugo Rodas, no contexto do Departamento de Artes Cênicas da UnB. A fundação da ATA, em 2011, foi o início de uma experiência única na sua carreira, em que a coletividade teatral vincula treinamento técnico, pesquisa da linguagem cênica e composição de afetividades humanas na lida diária e na carreira de um coletivo de teatro: desde então, foram aproximadamente 60 apresentações em festivais e casas teatrais de diferentes estados brasileiros.

No festival Cena Contemporânea – Festival Internacional de Teatro de Brasília, Tulio esteve em quatro edições: em 2011 com o espetáculo A Despedida, dirigido por Iuri Saraiva; em 2013, com Ensaio Geral, da ATA; em 2014, compondo o elenco brasiliense da produção espanhola La chica de la agencia de viajes nos dijo que había piscina en el apartamento, do grupo El Conde de Torrefiel, de Barcelona/ESP; e em 2015, com duas produções: o musical Desbunde e o segundo espetáculo da ATA, Punaré & Baraúna.

Em 2014, Tulio se diplomou com o espetáculo Abensonhar, baseado em contos do escritor moçambicano Mia Couto, tendo o ator participado diretamente da construção da dramaturgia do espetáculo. O mesmo foi dirigido e orientado por Alice Stefânia e Rita de Almeida Castro, e foi apresentado em maio de 2014, em Brasília.

Curriculum completo, além de fotos, vídeos, links, e informações para contato: http://vgiagentes.com/ator-detalhe/tuliostarling

 

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Victor Abrão

Victor Abrão é ator, bacharel em Interpretação Teatral pelo Departamento de Artes Cênicas da Universidade de Brasília (UnB). É macaco desde 2014. É músico tocador de violão e guitarra desde os tempos da adolescência. Também dá seus floreios na viola brasileira, além de tocar alfaia e zabumba.

Também conhecido como Vibrão Limactor, costuma dizer que até hoje não sabe se é músico ou ator. Segundo ele “entre os músicos sou ator e entre os atores sou músico”. Não tendo decidido até hoje sua profissão buscou se integrar à ATA, “um lugar em que posso tocar, atuar e dar cambalhota ao mesmo tempo”. Compõe a banda de Ensaio Geral e fez parte do processo criativo de Punaré & Baraúna, no qual também figura no elenco. Sobre um dos personagens que faz nessa peça, o triste pai de Punaré, gosta de lembrar de uma provocação feita pelo Hugo certa vez: “Hay que tener alegria até pra fazer um personagem triste, Victor.”

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