OperATA

O novo formato intitulado OperATA – um trocadilho com a opereta popular – propõe a união dos espetáculos de repertório da ATA em atos. No 1º ato apresenta-se Punaré & Baraúna (2015) – um musical autoral sertanejo sobre triângulo amoroso e no 2º ato Ensaio Geral (2012) onde o amor é celebrado por uma pretensa orquestra de atores que conta histórias, inspirada em textos de diversos autores.

A proposição da união dos espetáculos surgiu do interesse da direção em demonstrar a engenhosidade cênica na qual é elaborada a encenação que, a partir dos mesmos elementos e da mesma premissa – “uma orquestra de atores que conta histórias” – constrói mundos antagônicos: rural X urbano, terra X mar, romance X conto e etc. Desta forma o espectador aprecia a potencialidade do teatro na construção de diversos mundos através do corpo do ator, extraindo a teatralidade de recursos simples como praticáveis e panos gigantes, por exemplo. A trilha sonora é predominante nas montagens e é o elo de ligação entre as cenas e, no caso de Punaré & Baraúna é um importante vetor dramatúrgico. Ambas as montagens foram agraciadas com o Prêmio de Melhor Trilha Sonora pela única mostra competitiva de teatro local – o Prêmio Sesc de Teatro Candango.

A ideia de união do repertório nasceu em 2016 em São Paulo, onde foi apresentada pela primeira vez os espetáculos em sequência e sem intervalos. Em 2018 o formato amadureceu, ganhou nome e invertemos a ordem de apresentação das peças, antes apresentadas em ordem cronológica de criação. OperATA já visitou Belo Horizonte, Goiânia, Ceilândia, Rio Branco e Porto Alegre.

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